sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PMBOK - Áreas de Conhecimento - Gerência de Escopo


Escopo, em gerenciamento de projetos, é a soma total de todos os produtos do projeto e seus requisitos ou características, e possui dois usos distintos: Escopo do Projeto e Escopo do Produto.

Escopo do projeto é "o trabalho que precisa ser realizado para entregar um produto, serviço ou resultado com as características e funções especificadas."

Escopo do produto são "as características e funções que caracterizam o produto, serviço ou resultado."

É importante observar que o Escopo do Projeto está mais orientado ao esforço (os como) enquanto o Escopo do Produto é mais orientado para os requisitos funcionais (os o quês).
Se os requisitos não forem completamente definidos e descritos e se não houver o controle de mudanças efetivo em um projeto, pode-se resultar no aumento do escopo ou da exigência.

A Gerência de Escopo visa garantir que o projeto realize todo e somente o trabalho necessário para o seu sucesso bem como garantir que o projeto realize todo e somente o trabalho necessário para o seu sucesso. 

Esta Gerência possui alguns processos tais quais representados na figura abaixo: 


Figura 1 - Project Scope Management: Inputs, Tools & Techniques, and Outputs

  • Coletar Requisitos
Este processo faz parte do grupo de processos de planejamento e tem como objetivo principal descrever como a equipe irá executar os demais processos do gerenciamento de escopo. É importante salientar que, apesar do plano de gerenciamento do projeto (processo do gerenciamento de integração) definir o método do projeto como um todo, a definição do método do gerenciamento de escopo é feita dentro do processo de planejamento do escopo. Esta definição depende da área de atuação do projeto, por exemplo: um projeto da indústria automobilística deve se preocupar em realizar plantas do carro, maquetes, etc., já um projeto de software deverá conter casos de uso, protótipos, etc.

Figura 2 - Collect Requirements Data Flow Diagram

  • Definir Escopo 
Este processo também faz parte do grupo de planejamento e busca detalhar o escopo do projeto a partir da declaração de escopo preliminar. Necessidades, desejos e expectativas de todas as partes interessadas, e não apenas dos patrocinadores, são analisados e convertidos em requisitos. O nível de detalhe da declaração do escopo do projeto pode determinar a eficácia com que a equipe de gerenciamento de projetos poderá controlar o escopo global do projeto. Entre os tópicos que compõem a declaração de escopo detalhada, encontram-se: objetivos do projeto, descrição do escopo do produto, requisitos do projeto, limites, entregas, critérios de aceitação, restrições, premissas, riscos iniciais e especificações do projeto.

Figura 3 - Define Scope Data Flow Diagram

  • Criar EAP (WBS) 
Um dos instrumentos mais famoso na construção de um projeto é a EAP. A estrutura analítica do projeto, como é conhecida em português (WBS – work breakdown structure, in english), é uma decomposição hierárquica orientada à entrega (produto) do trabalho a ser executado para atingir os objetivos do projeto. Esta estrutura deve ser tão detalhada quanto for necessária para identificar um pacote de trabalho, ou seja, identificar uma entrega que possa ser mensurada em termos de custo e cronograma de forma que seja fácil gerenciar. É importante determinar até que nível será detalhada a EAP pois, assim como a decomposição excessiva pode levar a um esforço grande de gerenciamento, a não decomposição pode dificultar a definição de custos e prazos.

Figura 4 - Create WBS Data Flow Diagram

Veja que o objetivo de uma EAP é organizar o escopo para se definir as atividades a serem executadas, porém as atividades não fazem parte da EAP, uma vez que a mesma, como dito anteriormente, é orientada a entrega. Existe uma discussão onde se prega que um projeto deva ter várias EAPs, cada uma focada em uma determinada visão (cliente, desenvolvedores, patrocinadores, etc). Estas várias formas de representar a EAP ajudam, apesar do trabalho, a alinhar as expectativas e melhorar o gerenciamento por parte do líder do projeto. Este é um assunto bastante polêmico e proponho que falemos dele mais adiante. Por enquanto vamos seguir com os nossos processos da área de gerenciamento de escopo.

Figura 5 - Sample Work Breakdown Structure with Some
Branches Decomposed Down Through Work Packages

  • Verificar Escopo
Processo responsável por obter a aceitação formal das entregas pelas partes interessadas. É importante salientar que este processo não trata do atendimento aos requisitos de qualidade, uma vez que isso será realizado por outro processo. No âmbito do gerenciamento de escopo, o conceito de entrega difere do conceito de produto. Enquanto aquela representa o resultado de uma ou mais atividades que compõe um pacote de trabalho, este representa algo com valor para o cliente final. Os conceitos só se sobrepõem quando a entrega do pacote de trabalho é o produto final do projeto.

Figura  6 - Verify Scope Data Flow Diagram

  • Controlar Escopo
Último, porém não menos importante processo área de gerenciamento do escopo, o controle do escopo faz parte do controle integrado de mudanças, já discutido nos processos do gerenciamento integrado. Este processo é responsável por identificar se a mudança no escopo é realmente válida e importante para o projeto. Este processo garante, também, que todas as solicitações e ações corretivas recomendadas sejam processadas pelo controle integrado de mudanças.


Figura 7 - Control Scope Data Flow Diagram


Apenas como curiosidade, as mudanças não controladas são frequentemente chamadas de scope creep, ou seja, perda de controle do escopo, ou, como traduz o PMBOK, aumento do escopo do projeto.


Material utilizado como base para o Post: 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escopo_(gerenciamento_de_projeto)
http://tiinteligente.blogspot.com.br/2010/08/pmbok-areas-de-conhecimento_16.html
PMBOK - A Guide to the Project Management Body of Knowledge -  Fourth Edition




PMBOK -- Gerência de Custos, Qualidade e Recursos Humanos do Projeto


Gerência de Custos


Engloba uma serie de processos que visam garantir que o projeto seja executado e termine dentro do orçamento em que foi aprovado. Os processos executados nesta etapa são:

Planejamento de recursos: Determina quais, quando e quantos recursos (pessoas, equipamentos, material, etc) serão necessários para realizar as atividades do projeto.

Estimativa de custos: Consiste em estimar os custos dos recursos necessários para que as atividades do projeto sejam implementadas

Orçamento de custos: É alcançado distribuindo-se o orçamento total disponível para o projeto às suas atividades

Controle de custos: Monitora o progresso do projeto e atualiza o seu orçamento e gerenciando as mudanças feitas na linha de base dos custos.

http://tiinteligente.blogspot.com.br/2010/09/pmbok-areas-de-conhecimento.html

www.cin.ufpe.br/~if717/slides/pmbok-custos.pdf

http://www.slideshare.net/renneralves/gerenciamento-de-custos-em-projetos

Gerenciamento de Qualidade


Inclui todas as atividades que determinam as políticas de qualidade, de modo que o projeto atenda às necessidades que motivaram sua realização.

Planejamento da qualidade: identificação dos padrões de qualidade relevantes para o projeto e determinação de como satisfazê-los;

Garantia da qualidade: aplicação das atividades de qualidade planejadas e sistemáticas para garantir que o projeto emprega todos os processos necessários para atender aos requisitos;

Controle da qualidade: monitoramento de resultados específicos do projeto a fim de determinar se eles estão de acordo com os padrões relevantes de qualidade e identificação de maneiras de eliminar as causas de um desempenho insatisfatório.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerenciamento_da_qualidade_do_projeto#Gerenciamento_da_Qualidade_do_Projeto

http://falandoemprojetos.wordpress.com/2010/04/21/entendendo-os-processos-de-qualidade-do-pmbok/

Gerenciamento Recursos Humanos


Processos necessários para melhor utilização das pessoas envolvidas no projeto

Planejamento Organizacional: identificação e documentação de funções, responsabilidades e relações hierárquicas do projeto, além da criação do plano de gerenciamento de pessoal

Montagem da equipe: obtenção dos recursos humanos necessários para terminar o projeto

Desenvolvimento da equipe: desenvolver as habilidades individuais de membros da equipe para aprimorar o desempenho do projeto;

Gerenciar a equipe: acompanhamento do desempenho de membros da equipe, fornecimento de feedback, resolução de problemas e coordenação de mudanças para melhorar o desempenho do projeto.

http://www.slideshare.net/fernando.palma/gerenciamento-de-projetos-pmbok-cap9-rh

http://pmbokrecursoshumanos.blogspot.com.br/






quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

PMBOK - Áreas de Conhecimento - Gerência de Integração

São nove as áreas de conhecimento que fazem parte do PMBOK, e ele está estruturado desta maneira devido ao foco distinto que cada uma delas possui, exigindo habilidades específicas do gerente de projetos. Em duas delas, o próprio PMI criou certificações profissionais focadas nestas habilidades, como o gerenciamento de risco e de tempo. Esta lógica também se aplica para as áreas de gerenciamento de escopo, custos, qualidade, recursos humanos, comunicações e aquisições. Mas há uma exceção: o gerenciamento de integração. Esta área de conhecimento não possui um foco específico em um determinado assunto, nem tampouco exige uma especialização por parte dos profissionais que executam seus processos.

Esta Gerência é constituída por 3 Processos que são por Natureza Integrativos e a proposta é Assegurar a coordenação do Projeto bem como equilibrar objetivos e alternativas para atingir expectativas:

  • Desenvolvimento do Plano do Projeto (Processo de Planejamento)
  • Execução do Plano de Projeto (Processo de Execução)
  • Controle Integrado de Mudanças (Processo de Controle)






Cada um desses Processos Possui: Entradas, Ferramentas e Técnicas e Saídas.


  • Desenvolvimento do Plano de Projeto: 
    • Utiliza Saídas de Outros Processos.
    • Agrega os resultados dos outros processos de planejamento construindo um documento consistente e coerente. 
    • Este Documento Guia a Execução e Controla o Projeto
    1. O Plano de Projeto: 
      • Guia a Execução do Projeto
      • Documenta premissas do Projeto
      • Documenta Decisões de Planejamento
      • Provê uma base para medida de Progresso
    2. Entradas
      • Outras saídas de Planejamento
      • Informações Históricas
      • Políticas Organizacionais: Gerência de Qualidade, Administração Pessoal, Controle Financeiro e etc. 
      • Restrições
      • Premissas
    3. Ferramentas e Técnicas 
      • Metodologia de Planejamento de Projeto
      • Habilidades e conhecimentos das partes envolvidas
      • Sistema de Informação de Gerência de Projetos
      • Gerencia de Valor Agregado
    4. Saídas
      • Plano de Projeto
        • Project Charter
        • Estratégia de Gerência de Projetos
        • Declarações de Escopo
        • Estrutura Analítica de Projeto
        • Estimativas de Custo, datas das Atividades
        • Documentos base para medição de desempenho
        • Principais marcos e datas previstas
        • Mão de Obra Chave
        • Plano de Gerência de Risco
        • Planos Auxiliares de Gerenciamento
        • Etc. 
      • Detalhes de Suporte
        • Saídas de outros processos não incluídas no plano de Projeto
        • Informação ou documentação adicional
        • Documentação Técnica
        • Documentação sobre Padrões Relevantes
  • Execução do Plano de Projeto: Nesse processo, o Produto do Projeto é criado. É na execução que a maior parte do orçamento será gasta e onde o desempenho é monitorado. A necessidade de ações corretivas pode ser detectada. 
    1. Entradas:
      • Plano de Projeto
      • Detalhes de Suporte
      • Políticas Organizacionais
      • Ações Preventivas
      • Ações Corretivas
    2. Ferramentas e Técnicas
      • Habilidades de Administração em geral
      • Habilidades de Técnicas e conhecimento do Produto
      • Sistema de Autorização de Trabalho
      • Reuniões de Revisão de Status
      • Sistema de Informação de Gerenciamento de Projetos
      • Procedimentos Organizacionais
    3. Saídas
      • Resultados do Trabalho
      • Requisições de Mudança
  • Controle Integrado de Mudanças: O objetivo desse processo é Coordenar as mudanças através de todo o projeto. 
    • Determina que uma mudança ocorreu e a gerencia
    • Mantém a Integridade das medidas de desempenho
    • Reflete as Mudanças no escopo do produto no escopo do projeto
    • Coordenar as mudanças entre as áreas do Conhecimento



    1. Entradas
      • Plano de Projeto
      • Relatórios de Desempenho
      • Requisições de Mudanças
    2. Ferramentas e Técnicas
      • Sistema de controle de mudanças
      • Gerência de Configuração
      • Medidas de Desempenho 
      • Planejamento adicional
      • Sistema de Informação de gerenciamento de projetos
    3. Saídas
      • Atualizações no Plano de Projeto
      • Ações Corretivas
      • Lições Aprendidas
Tais Processos Descritos Acima sao necessário para assegurar que os diversos elementos do projeto sejam adequadamente coordenados. 


Material Utilizado como Base para o Post:

http://ogerente.com.br/rede/projetos/area-de-conhecimento-perdida
http://www.slideshare.net/mauricioastiazara/gerncia-de-integrao-14301000
http://gerenciamento-fsi.blogspot.com.br/

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

PMBOK - Áreas de Conhecimento

A partir de agora iremos introduzir alguns posts sobre as Áreas de Conhecimento do PMBOK, e pra contextualizar o assunto abaixo suas áreas do conhecimento, em alguns dos posts vc pôde conhecer um pouco do PMBOK e como já deve saber este é dividido em 9 áreas de Conhecimento onde você entenderá um pouco a partir de agora:


O PMBOK é organizado em áreas de conhecimento, onde cada uma destas áreas é descrita através de processos. Cada área de conhecimento se refere a um aspecto a ser considerado dentro da gerência de projetos. A não execução de processos de uma área afeta negativamente o projeto, pois o projeto é um esforço integrado.

Suas Áreas de Conhecimento são as seguintes:
Qualidade, Recursos Humanos, Escopo, Aquisições, Integração, Comunicações, Custo, Riscos e Tempo.

Agora que conhece as 9 Áreas você poderá ver através dos próximos posts detalhes sobre cada uma dessas Áreas de Conhecimento.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Metodologias de Desenvolvimento de Software Alternativas ao R.U.P. PARTE 2




XP (eXtreme Programming)


         Segundo Kent Beck (um dos criadores do XP) a definição desta metodologia é a seguinte: " Trata-se de uma metodologia de desenvolvimento de software ágil, para equipes pequenas e médias desenvolvelndo softwares com requesitos vagos e em constante mudança". Segue a risca um conjunto de valores e principios, para garantir um bom desempenho na sua aplicação, são estes:                

Valores

  • Comunicação
  • Simplicidade
  • Feedback
  • Coragem
  • Respeito

Princípios básicos

  • Feedback rápido
  • Presumir simplicidade
  • Mudanças incrementais
  • Abraçar mudanças
  • Trabalho de alta qualidade.

Para aplicar os valores e princípios durante o desenvolvimento de software, XP propõe uma série de práticas. Há uma confiança muito grande na sinergia entre elas, os pontos fracos de cada uma são superados pelos pontos fortes de outras. Estas práticas ocorrem no contexto de 4 atividades, são elas:

Planejamento - Nesta etapa são criadas e priorizadas as histórias


Teste - Os testes são elaborados a partir das especificações do cliente

Codificação - A fase de codificação é realizada visando atender os testes


Projeto - O sistema é novamente projetado (ou reconstruído) à medida que novas funcionalidades são incorporadas.


Referências:
















quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Grupos de processos de gerenciamento de projetos



Contextualizado mais sobre o PMBOK , seus processos é tem uma sequência de ação que se possa ter um resultado, de forma que é realizados por pessoas e se enquadra em Processos da Gerência de Projeto. Esse  guia  tem  5 grandes Grupos de Processos que já foram mencionados anteriormente em nossas postagens, contudo será explanado novamente abaixo:
  • Processos de Inicialização 
    • Fase que o projeto é inicializado, sendo o ponta-pé de execução.
  • Processos de Planejamento
    • Planejamento de como deve ser organizado o projeto definindo os melhores caminhos para atingir o objetivo. Um esquema viável que não cause sobrecarga em nenhuma das tarefas. Dividindo para conquistar o objetivo.
  • Processos de Execução
    • Os esquemas que foram definidos no processo anterior são colocados em prática nesse processo, para coordenar pessoas e outros recursos para realizar o que foi planejado.
  • Processos de Controle 
    • Podemos definir como o processo guarda-chuva, assegurando que os objetivos estão sendo atingidos, monitorando, assegurando seu progresso, e tomando as ações corretivas caso haja necessidade
  • Processos de Finalização
    • Fase onde é feita a aceitação do projeto, verificando se o que foi definido no escopo foi realizado ao longo da execução.
    Processos de Gerenciamento de Projetos 


    Esses Grupos  têm grande correspondência com o conceito do Ciclo PDCA (Plan - Do - Check - Act): Planejar - Fazer - Verificar - Agir (corrigir e melhorar).
    Além de conceituar os aspectos fundamentais do gerenciamento de projetos, de forma a promover um vocabulário comum dentro dessa profissão, o Guia PMBOK documenta (define e descreve) processos de gerenciamento de projetos e os apresenta didaticamente, organizados em um capítulo por área de conhecimento. Em cada processo, são abordados suas entradas e saídas, suas características, bem como os artefatos, técnicas e ferramentas envolvidas.


    Referência:




sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Estado da arte - PRINCE2

Iremos tratar sobre um dos principais corpos de conhecimento para gerenciamento de projetos


O PRINCE2 é um método para gerenciamento de projetos lançado pelo governo britânico em 1996, tendo sido criado em 1989 a partir do PROMPTII, o qual, por sua vez, surgiu em 1975 e foi adotado em 1979 como padrão para gerenciamento dos projetos de sistemas de informação do governo. Atualmente é mantido pelo governo britânico, sendo reconhecido mundialmente como modelo para gerenciamento de projetos.
Apresenta-se como um método genérico que pode ser aplicado a qualquer projeto, independentemente de seu porte, tipo, organização, região geográfica ou cultura.
Isso é possível porque o PRINCE2 isola o gerenciamento do projeto (ex.: aspectos ligados ao escopo, tempo, custo, qualidade, riscos, benefícios, tolerâncias, etc.) das contribuições especializadas (o esforço para realizar o produto, ex: design, construção, etc.). Assim, os métodos de produção dos aspectos especializados são facilmente integrados com o método PRINCE2, formando um framework completo para o projeto.


PRINCE2 versus PMBOK

Um não é melhor que o outro.

PRINCE2 e o Guia PMBOK são complementares.

Por que?

Enquanto o Guia PMBOK  é uma base de conhecimentos sobre Gerenciamento de Projetos, sendo a fonte de informação para o gerente, o PRINCE2 é um método de Gerenciamento de Projetos baseado em processos, descrevendo exatamente o que o gerente deve saber e fazer.
O PRINCE2 e o Guia PMBOK  conversam entre si e tem total compatibilidade o que significa que o uso de um não dispensa o outro. Isso porque o Guia PMBOK  constitui uma ampla base de conhecimentos em gerenciamento de projetos. O PRINCE2 materializa as boas práticas sugeridas pelo PMI, aumentando as chances de sucesso do projeto.

Até a próxima!!